outubro 14

Pesquisadores identificam restos mortais de Filipe II da Macedônia

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“Uma equipe de pesquisadores gregos confirmou que restos mortais encontrados em uma tumba na cidade de Vergina, no norte de Grécia, são de Filipe II, rei da Macedônia” (Veja). Filho de Amintas III, Filipe começou a governar a Macedônia em uma época em que o país estava dominado pelos ilírios, e libertou o reino através da luta armada e por sua habilidade como comandante militar; mas foi mostrando-se moderado em relação aos derrotados que ele se tornou o homem mais poderoso da Europa. O reinado de Filipe II (382 a.C. — 336 a.C.), pai de Alexandre, o Grande, durou de 359 a 336 a.C.

A equipe de arqueólogos liderada por Theodore Antikas constatou patologias e traumas em “cerca de 350 ossos descobertos em uma câmara de dois ambientes” que “foram examinados para comprovar a identidade” (Idem) do corpo. Para isso, foram usadas “ténicas de tomografia, microscopia eletrônica de varredura e fluorescência de raios-x” (Veja) a fim de comprovar a tese de que o corpo do rei, pai do lendário Alexandre, finalmente havia sido encontrado.

Theodore Antikas/Reprodução
Theodore Antikas/Reprodução

Debates sobre a identidade a quem pertencem os restos mortais iniciaram desde que a tumba foi descoberta pelo arqueólogo grego Manolis Andronikos, em 1977. Na época, três túmulos semelhantes foram escavados; no entanto, o túmulo onde se encontravam os restos do rei permaneceu em perfeito estado de conservação desde sua descoberta, quando ficou conhecido como Tumba II.

Filipe II foi assassinado com uma punhalada por Pausânias de Oréstide – um de seus guarda-costas. Segundo o filósofo grego Aristóteles, “Pausânias atacou Filipe porque este não fez nada ao saber que Pausânias havia sido violentado pelos homens de Átalo” (Wikipedia) – também guarda-costas do rei. Apesar do motivo pessoal, não se exclui uma conspiração contra Filipe.

Núrya Ramos

 

Fontes:

Filipe II da Macedônia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipe_II_da_Maced%C3%B3nia

Pesquisadores encontram restos de Filipe II, pai de Alexandre, o Grande. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/pesquisadores-encontram-restos-de-filipe-ii-pai-de-alexandre-o-grande.

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agosto 26

Cidades maias são descobertas em floresta tropical no México

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Batizadas de Lagunita e Tamchen, as duas cidades maias foram encontradas em abril (porém a descoberta foi revelada apenas dias atrás) na península de Yucatán, no México, pela equipe de arqueólogos do professor Ivan Sprajc. Segundo o professor, ambas as cidades alcançaram seu apogeu nos períodos Clássico Tardio e Clássico Terminal, entre os anos 600 e 900 d.C.

Antiga construção em Lagunita
Antiga construção em Lagunita

Em cada uma das cidades os pesquisadores encontraram edificações semelhantes a um palácio, praças e pirâmides. Foram encontrados também a fachada de uma construção contendo uma porta, que pode significar uma das entradas da cidade, e um sistema de captação de água.  A equipe imagina que Lagunita e Tamchen ocuparam uma área entre 10 e 12 hectares, no entanto este território pode ser ainda maior.

Câmara de água encontrada em Tamchen
Câmara de água encontrada em Tamchen

Os arqueólogos estimam que as duas cidades tenham sido construídas aproximadamente em 300 a.C., porém, devido ao fato de que as escavações ainda não começaram muitas questões se encontram sem resposta. Em 2013, a equipe de Sprajc também encontrou outra cidade maia na mesma região – a cidade foi batizada de Chactun.

Núrya Ramos

 

Fontes:

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,arqueologos-encontram-duas-cidades-maias-escondidas-em-floresta-no-mexico,1548134

http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=5458

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agosto 8

Antigo Laboratório Astronômico é descoberto no Peru

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Arqueólogos peruanos descobriram o laboratório astronômico mais antigo da América de que já se tem notícia até então. Localizado na região de Lambayeque no norte do Peru, estima-se que o laboratório tenha cerca de 4.000 anos. A descoberta aconteceu no prédio do complexo arqueológico de Licurnique, onde especialistas encontraram um petróglifo (representação de imagens geometrizadas e símbolos, geralmente associados, que registram fatos e mitos, comumente gravado em rochas de paredes internas e externas de cavernas, produzido por populações neolíticas ou calcolíticas) que idealizam ter sido na época um altar lítico, formado por uma rocha de grandes dimensões.

Lab Astronomico Peru 2

Sobre a superfície plana da rocha foram esculpidas várias observações astronômicas, utilizadas pelos antigos habitantes do local para monitorar as estrelas, o que permitia àquele povo prever a chegada das chuvas e organizar os períodos de plantio, colheita e consumo. Logo, uma das finalidades já conhecidas do laboratório é a agricultura. Além disso, os arqueólogos envolvidos nesta descoberta afirmam que o laboratório foi construído às margens de um rio que já não existe mais, embora seus vestígios sejam claramente visíveis.

Lab Astronomico Peru

As escavações no local continuarão a fim de que a equipe de profissionais possa encontrar mais evidências a respeito da época correta da construção, bem como demais objetivos que possam tê-la motivado.

Núrya Ramos

 

Fontes:

http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br/2014/08/laboratorio-astronomico-de-mais-de-4.html

http://astropt.org/blog/2014/08/04/foi-descoberto-um-antigo-laboratorio-astronomico-no-peru/?utm_source=astroPT+-+Novo+Post%21&utm_medium=email&utm_campaign=fa539636d4-Emails+enviados&utm_term=0_0804f6d887-fa539636d4-82389005

 

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